Padrão da Raça

CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA
Filiada à Fédération Cynologique Internationale
PAÍS DE ORIGEM: Tibet.
PAÍS PATRONO: Grã-Bretanha
DATA DE PUBLICAÇÃO DO PADRÃO OFICIAL VÁLIDO: 13.10.2010.

UTILIZAÇÃO: Companhia.
CLASSIFICAÇÃO F.C.I.: Grupo 9 – Cães de Companhia.
Seção 5 – Raças Tibetanas.
Sem prova de trabalho.
NOME NO PAÍS DE ORIGEM: Lhasa Apso.
Atualizado em: 20 de março de 2015.

LHASA APSO
BREVE RESUMO HISTÓRICO: O Lhasa Apso veio do Tibet, onde muitos vivem em altitudes elevadas e o clima pode ser rigoroso. Ele tinha que ser um pequeno cão resistente para suportar essas condições, e isso teve uma grande influência sobre seu desenvolvimento. Seu pelo longo e áspero com seu denso subpelo agiam como isolantes durante o inverno, e a queda do pelo sobre os olhos os protegiam do vento, poeira e luminosidade. O Apso é uma das muitas raças do Oriente que vieram para o Ocidente. Os primeiros Apsos chegaram à Grã-Bretanha no início de 1920 e logo estavam sendo exibidos em Londres. Quando eles foram vistos pela primeira vez na Grã-Bretanha foram confundidos com outros cães peludos Orientais e todos foram rotulados de “Lhasa Terriers”. Mais tarde se estabeleceu uma distinção, especialmente entre os Apsos e os Terriers Tibetanos, que se pensa terem sido os antecessores dos Apsos. Um clube da raça Lhasa Apso foi criado na Grã-Bretanha em 1933.
APARÊNCIA GERAL: Bem balanceado, robusto com pelagem abundante, mas sem excessos.
PROPORÇÕES IMPORTANTES: O comprimento da ponta dos ombros até a ponta do ísquio deve ser maior que a altura na cernelha.
COMPORTAMENTO / TEMPERAMENTO: Alegre e seguro de si. Alerta, estável, mas indiferente com estranhos.
CABEÇA: Pesada, guarnecida por pelos com boa queda sobre os olhos; mas que não interfiram na capacidade do cão enxergar. Bons bigodes e barba.
REGIÃO CRANIANA
Crânio: Moderadamente estreito, caindo atrás dos olhos, não totalmente plano, mas também, não abobadado ou em forma de maçã. Stop: Médio.
REGIÃO FACIAL
Trufa: Preta.
Focinho: Com aproximadamente 4 cm, mas não quadrado; seu comprimento, a partir da ponta da trufa, corresponde, a grosso modo, a 1/3 do comprimento total da trufa até a parte posterior do crânio. Focinho reto.
Maxilares / Dentes: Os incisivos superiores se fecham ajustados atrás dos incisivos inferiores, isto é, mordedura em tesoura invertida. Incisivos em uma linha tão larga e reta quanto possível. É desejável uma dentição completa.
Olhos: Escuros. De tamanho médio, inserção frontal, ovais, nem grandes, nem cheios, nem pequenos, nem profundos. Nenhum branco visível abaixo e acima.
Orelhas: Pendentes e com franjas abundantes.
PESCOÇO: Forte e bem arqueado.
TRONCO: Equilibrado e compacto.
Dorso: Nivelado
Lombo: Forte
Peito: Costelas bem estendidas para trás.
CAUDA: Inserida alta, portada bem acima do dorso, mas não como um gancho. Frequentemente com um nó na ponta. Bem franjada.
MEMBROS ANTERIORES
Ombros: Bem colocados para trás.
Antebraços: Retos, bem guarnecidos por pelos.
Patas: Redondas, pés de gato, com almofadas firmes. Bem franjadas.
POSTERIORES
Aparência geral: Bem desenvolvidos com bons músculos. Boa angulação. Bem guarnecidos por pelos.
Metatarsos: Jarretes quando vistos por trás, paralelos e não muito próximos um do outro.
Patas: Redondas, pés de gato, com almofadas firmes. Bem franjadas.
MOVIMENTAÇÃO: Livre e desenvolta.
PELAGEM Pelo: Pelagem externa longa, reta, pesada, áspera. Nem lanosa, nem sedosa. Subpelo moderado. A pelagem nunca deverá impedir a movimentação.
COR: Dourado, areia, mel, cinza escuro, ardósia, de fumaça, particolor, preto, branco ou amarronzado. Todas são igualmente aceitáveis.
TAMANHO Altura ideal na cernelha: Machos: 25 cm; fêmeas ligeiramente menores.
FALTAS: Qualquer desvio dos termos deste padrão deve ser considerado como falta e penalizado na exata proporção de sua gravidade e seus efeitos na saúde e bem estar do cão.
FALTAS DESQUALIFICANTES
• Agressividade ou timidez excessiva.
• Todo cão que apresentar qualquer sinal de anomalia física ou de comportamento deve ser desqualificado.

NOTAS:
• Os machos devem apresentar os dois testículos, de aparência normal, bem descidos e acomodados na bolsa escrotal.
• Somente os cães clinicamente e funcionalmente saudáveis e com conformação típica da raça deveriam ser usados para a reprodução.

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